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Qual é o clima de Florianópolis? 

Para compreender o clima de uma região, é necessário considerar a atuação de diversos fatores, como radiação solar, latitude, continentalidade, massas de ar e correntes oceânicas. Esses fatores influenciam os elementos climáticos — temperatura, pressão, umidade e precipitação —, que, por sua vez, definem os tipos de clima.

Segundo a classificação climática do IBGE, o clima de Florianópolis é  do tipo  sub-quente-super-úmido (sem estação seca). A temperatura média inferior no mês mais frio varia entre15°C e 18°C, e no mês mais quente, entre 24°C e 26°C. As estações do ano são bem caracterizadas, verão e inverno bem definidos, sendo o outono e primavera de características semelhantes. 

Pluviosidade

A precipitação é elevada e bem distribuída ao longo do ano. A posição da cidade no litoral atlântico favorece a formação de nuvens e chuvas frequentes, resultado da umidade oceânica e da atuação das frentes frias vindas do sul do continente.
A presença da Serra do Mar e do relevo insular contribui para a orografia local, intensificando a concentração de chuvas em determinados pontos da ilha. Assim, Florianópolis é uma região com alta pluviosidade e mudanças rápidas nas condições do tempo.

Tipos de nuvens

Através da observação das nuvens podemos observar, ou identificar, as condições atmosféricas de determinado local. O vídeo do Climatempo mostra os 10 tipos de nuvens que existem.

Assista ao vídeo

Mapa interativo do site Windy: Veja em tempo real os ventos, nuvens, precipitação e ondas na região.

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Ciclone extratropical 

Os ciclones, independentemente da região do planeta onde se formam, são sistemas de baixa pressão atmosférica, ou seja, áreas onde o ar quente e úmido sobe, gerando ventos, nuvens e chuvas.

Os ciclones extratropicais são comuns no litoral sul do Brasil, especialmente entre os meses de maio e setembro, quando há maior contraste entre massas de ar quente e frio. Esse tipo de fenômeno é caracterizado por ventos fortes, chuvas intensas e queda acentuada da temperatura.

Diferentemente dos ciclones tropicais (como furacões e tempestades tropicais), os extratropicais não se formam a partir do calor das águas oceânicas, e giram no sentido horário no Hemisfério Sul — o oposto dos ciclones tropicais.

Diferentemente dos ciclones tropicais (como furacões e tempestades tropicais), os extratropicais não se formam a partir do calor das águas oceânicas, e giram no sentido horário no Hemisfério Sul — o oposto dos ciclones tropicais.

Em 5 de julho de 2016, por exemplo, um ciclone extratropical atingiu Santa Catarina, provocando ventos superiores a 100 km/h e diversos danos materiais, especialmente nas regiões litorâneas

Para saber mais (links):

INMET - Instituto Nacional de Meteorologia

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© 2024 por Fernanda Bauzys. 

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